Na matéria, jornalista polemiza interferência em favor de Kanoa: “O Richie Porta deve acreditar que é uma espécie de deus do surf”

Texto Alexandra Iarussi

Enquanto o Pro Teahupoo não começa (a janela para a etapa abre no dia 11 de agosto) vamos falar de US Open. A etapa terminou com vitória do Kanoa Igarashi e vice do brasileiro Tomas Hermes. Teve também tubo de Jadson André (o único do evento, aliás, que muitos dizem ter sido underscored), e polêmica na bateria de Filipe Toledo na semifinal, contra o campeão do evento, o local do pico.

HARDCORE publicou sobre a interferência de Filipe Toledo em Kanao Igarashi  e questionou o desfecho dado pelos juízes da WSL. De carona, reverberamos também uma publicação da revista australiana Stab, que também questionou, não sem o habitual sarcasmo, o resultado decretado a favor de Igarashi na semifinal contra o brasileiro Filipe Toledo.

No texto, o jornalista Michael Ciaramella escreve: “Kanoa Igarashi venceu! Que divertido para o grommet local vencer em casa. Fico pensando apenas no que aconteceu com o favorito do evento, Filipe Toledo. Talvez ele tenha pulado fora para treinar para Teahu…. O QUÊ?! Ele recebeu uma interferência, sem prioridade, cometida sobre o Kanoa? O mesmo Kanoa que lhe causou outra interferência, no CT do Rio, levando ao ‘comportamento agressivo’ do brasileiro, que depois foi expulso do evento de Cloudbreak?”.

“Ah, isso é rico, Porta,” brinca o jornalista, com trocadilho em alusão ao head judge da WSL, Rich Porta. “Mas antes de tirar conclusões precipitadas, vamos ao vídeo, para se certificar de que Filipe não estava na direção errada… Ahhhhhh, foda-se! O Richie Porta deve acreditar que é uma espécie de deus do surf, balançando aquele seu livro de regras para um lado e para o outro, como Thor e o seu martelo. ‘O surfista no meio do pico têm prioridade’, conta outra, vai. Qualquer um que saiba mandar um cutback decente sabe que os picos existem mesmo para o drop atrasado.”

Após a alfinetada no head judge da WSL, o jornalista lembrou de outro momento memorável do campeonato: o tubo do brasileiro Jadson André.

No final, o jornalista frisa que o “US Open 2017 vai entrar para os autos nos livros, no sentido de que você nunca vai ler sobre o campeonato, porque foi uma chatice. Sintonize no próximo ano e, quem sabe, talvez, a gente cubra o rolê decentemente”.

Leia a matéria original aqui.

 

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