HARDCORE 316 – edição de abril. Veja

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É bom manter a apneia em dia para mergulhar na HARDCORE de abril. O big surf tem regido as grandes evoluções do surf ultimamente. Por isso, preparamos o Especial XXL: entrevista com Yuri Soledade (capa desta edição, fotografada por Fred Pompermayer, na onda cotada como a maior já surfada em Jaws), reportagem sobre a nova geração brasileira de big riders e a história, os destaques e a mística do Eddie Aikau Invitational.

Se no Hemisfério Norte o entendimento sobre o possível foi estendido, no Sul as ondulações também deram as caras . De Noronha a Gold Coast, separamos os melhores Shots deste verão bombástico.

Na Austrália, aliás, vive um imigrante brasileiro que construiu sua carreira como preparador físico na “Terra dos Cangurus”. O paulista Rodrigo Berthona, referência no país na questão voltada ao surf e à natação, mergulha sobre o treinamento de elite e o trabalho que fez e faz com expoentes como Adriano de Souza, Silvana Lima, Gabriel Medina, Mick Fanning, Ryan Hipwood, Ricardo Christie e Kanoa Igarashi.

O Journal começa com o universo das reservas mundiais de surf, um projeto da ONG Save The Waves para proteger nossos picos. Saiba quais são os breaks já protegidos e como transformar sua praia em uma World Surfing Reserve.

E nosso time de colaboradores ganhou um reforço de elite: Chloé Calmon, a jovem longboarder que está no topo do mundo estreia na HCollab com a coluna “Noseriding, polaroides e outras viagens”.

Já o guarujaense Ícaro Rodrigues, um dos maiores aerealistas do Brasil, revela o segredo de sua Prancha Mágica.

HC de abril já nas bancas! Garanta a sua!

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“Foi a onda da minha vida. Graças a Deus eu não caí, não morri e estou aqui são e salvo.”

O cara da capa desta edição, Yuri Soledade é entrevistado pelo editor internacional Steven Allain. O Mad Dog, pioneiro do big surf na remada em Jaws, pegou provavelmente a maior onda surfada em Pe’ahi até hoje. Não à toa, é finalista da categoria Biggest Wave do Big Wave Awards 2016. Neste 10 Perguntas, o baiano de 40 anos fala sobre este inverno histórico, o futuro, a evolução e as politicagens do surf de ondas grandes e sobre a expectativa de vencer o XXL.

 

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“Hoje, os surfistas de ondas grandes têm talento. Por isso vejo com bons olhos o caminho para essa nova geração do Brasil.”

A frase é de Carlos Burle, pernambucano de 48 anos, lenda do big surf mundial, e abre a reportagem “Sangue nos Olhos”, termo que une os seis big riders brasileiros da nova geração: Pedro Calado (20 anos, finalista de três categorias do XXL 2016 – Paddle, Wipeout e Performance), Lucas Silveira, Lucas Chumbinho, Lapo Coutinho, Pedro Scooby (finalista do Biggest Wave do XXL) e Felipe Cesarano. Escrita pelo editor assistente Kevin Damasio, com comentários de Carlos Burle, a matéria conta a história, os pontos altos, os perrengues, os desafios e os sonhos desta geração talentosa e heterogênea, que promete cruzar mais uma fronteira brasileira da nova ordem mundial do surf: dominar a cena das ondas gigantes.

 

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“Em Waimea, Eddie dava show todas as vezes que a baía acordava – e não foram poucos os dias espetaculares até o início de 1978.”

“A história por trás do Eddie Aikau” é contada por Reinaldo Andraus, jornalista que ajudou a fundar a HARDCORE e que hoje trabalha em um livro sobre a história do surf brasileiro. “Dragão” revive a história e a mística de Eddie e resgata as vezes em que viu a lenda domar a baía de Waimea, nas temporadas havaianas de 1976-77 e 1977-78.

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“Não dá para dizer que é um campeonato, porque não há perdedores, nem podemos dizer que não é uma competição, pois todos saem ganhando.”

O olhar ímpar de Julio Adler mira o Eddie Aikau Invitational 2016, na matéria “O maior espetáculo da Terra”. Entre os destaques de um dia mágico em Waimea, o colunista da HARDCORE reflete sobre o “Brock Swell”, o wipeout de Grant Twig Baker, a bomba de Danilo Couto, a maestria de Ross Clarke-Jones e o predestinado John John Florence.

 

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“O surfista que está no WSL se vê hoje como um atleta, e não um surfista com talento. Precisa ter hard work, trabalhar forte.”

O autor destas frases é Rodrigo Berthona, paulista da capital que migrou para a Austrália, ralou nos primeiros anos como imigrante até, finalmente, conseguir residência permanente e trabalhar na sua profissão. Em “Sonho Australiano”, a entrevista feita por Kevin Damasio é um mergulho sobre preparação física com o treinador que ajudou na construção de talentos como Adriano de Souza, Silvana Lima e Gabriel Medina.

 

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Enquanto o El Niño bombava no Hemisifério Norte,  o Sul também era contemplado com boas e constantes ondulações. Preparamos um especial com as melhores fotos de Noronha a Gold Coast.

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